
Em nota divulgada nesta segunda-feira (20), Google e Microsoft (Bing) se comprometeram a rebaixar nas pesquisas os sites que disseminam conteúdos ilegais pela internet e também aqueles que compartilham informações como dicas e truques de pirataria.
Também haverá colaboração para melhorar sugestões do [recurso] autocompletar, que pode levar usuários a resultados de busca ilegítimos”, explica a BPI, entidade que representa a indústria fonográfica britânica.
Um pouco diferente aqui do Brasil, do qual a operação Barba Negra da Polícia Federal retirou mais de 30 sites do ar em 2016, a BPI informa que o objetivo dessa parceria não é prender ninguém (pelo menos isso não está explícito), mas sim impactar os internautas que não acharem os conteúdos por meio ilegal a não terem outra solução a não ser adquirir o filme/música/jogo e afins por meios legais.
A BPI ressalta ainda que um terço dos sites piratas contém malware e que desde 2011, quando começou um programa de notificações a serviços de busca, a entidade já acionou o Bing 183,3 milhões de vezes e o Google, 274,8 milhões.
É importante ressaltar que esse acordo é válido apenas para o Reino Unido e em outros países os buscadores continuam se comportando conforme as leis locais. Aliás, essa não é a primeira (e nem deve ser a última) vez que Microsoft e Google se unem em prol de um bem maior. As empresas também são parceiras em um consórcio de inteligência artificial.
Via TudoCelular